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		<title>Barbaridades</title>
		<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php?blog=6</link>
		<description></description>
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				<item>
			<title>o tempo todo.</title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/10/04/o-tempo-todo?blog=6</link>
			<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 05:11:22 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">777@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/babileta/3966862539/&quot; title=&quot;o tempo todo. by babileta, on Flickr&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://farm3.static.flickr.com/2513/3966862539_cd5a1f342a_m.jpg&quot; width=&quot;240&quot; height=&quot;180&quot; alt=&quot;o tempo todo.&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Sou um ser humano intermitente aqui nesse blog. Mas n&amp;#227;o s&amp;#243; aqui. Eu sumo da vida dos outros e sinto como se sumisse da minha pr&amp;#243;pria. O rel&amp;#243;gio do computador marca 02h02 (algu&amp;#233;m pensa em mim), e estou fazendo algo invi&amp;#225;vel. Ficar acordada de madrugada &amp;#233; um luxo que consegui tornar costumeiro depois que virei respons&amp;#225;vel pelos meus atos (haha), mas, desde que comecei a trabalhar sistematicamente, virei quase a minha av&amp;#243; no hor&amp;#225;rio de dormir. N&amp;#227;o &amp;#233; conservadorismo, mas cansa&amp;#231;o apenas. Fins-de-semana s&amp;#227;o abstra&amp;#231;&amp;#227;o. Se voc&amp;#234; trabalha todos os dias, n&amp;#227;o faz snetido diferenciar o que &amp;#233; come&amp;#231;o e o que &amp;#233; fim daquele ciclo de sete dias. O calend&amp;#225;rio vira um ciclo em si, no &amp;#226;mago do conceito: algo sem fim. No primeiro dia de trabalho, come&amp;#231;aram a perguntar sobre os hobbies dos meus colegas. Quando me perguntaram &amp;#8220;o que voc&amp;#234; faz no seu tempo livre?&quot;, respondi &amp;#8220;eu durmo&quot;. Tempo livre &amp;#233; algo t&amp;#227;o imposs&amp;#237;vel no meu contexto social, todo o tempo livre ser&amp;#225; preenchido por estudos, trabalhos, divers&amp;#227;o. &amp;#201; algo totalmente invi&amp;#225;vel. Tempo livre &amp;#233; tempo de descanso, n&amp;#227;o?&lt;br /&gt;
Nunca sei se volto, ou quando volto aqui.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/10/04/o-tempo-todo?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/babileta/3966862539/" title="o tempo todo. by babileta, on Flickr"><img src="http://farm3.static.flickr.com/2513/3966862539_cd5a1f342a_m.jpg" width="240" height="180" alt="o tempo todo." /></a><br />
Sou um ser humano intermitente aqui nesse blog. Mas n&#227;o s&#243; aqui. Eu sumo da vida dos outros e sinto como se sumisse da minha pr&#243;pria. O rel&#243;gio do computador marca 02h02 (algu&#233;m pensa em mim), e estou fazendo algo invi&#225;vel. Ficar acordada de madrugada &#233; um luxo que consegui tornar costumeiro depois que virei respons&#225;vel pelos meus atos (haha), mas, desde que comecei a trabalhar sistematicamente, virei quase a minha av&#243; no hor&#225;rio de dormir. N&#227;o &#233; conservadorismo, mas cansa&#231;o apenas. Fins-de-semana s&#227;o abstra&#231;&#227;o. Se voc&#234; trabalha todos os dias, n&#227;o faz snetido diferenciar o que &#233; come&#231;o e o que &#233; fim daquele ciclo de sete dias. O calend&#225;rio vira um ciclo em si, no &#226;mago do conceito: algo sem fim. No primeiro dia de trabalho, come&#231;aram a perguntar sobre os hobbies dos meus colegas. Quando me perguntaram &#8220;o que voc&#234; faz no seu tempo livre?", respondi &#8220;eu durmo". Tempo livre &#233; algo t&#227;o imposs&#237;vel no meu contexto social, todo o tempo livre ser&#225; preenchido por estudos, trabalhos, divers&#227;o. &#201; algo totalmente invi&#225;vel. Tempo livre &#233; tempo de descanso, n&#227;o?<br />
Nunca sei se volto, ou quando volto aqui.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/10/04/o-tempo-todo?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/10/04/o-tempo-todo?blog=6#comments</comments>
		</item>
				<item>
			<title>ouri&#231;ada</title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/02/07/ouricada?blog=6</link>
			<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 02:55:02 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">203@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Fui &amp;#224; casa do meu namorado hoje. Ele teve que sair para cortar o cabelo e eu fiquei l&amp;#225;, com a av&amp;#243; dele. &lt;br /&gt;
Na minha viagem &amp;#224; &amp;#193;frica do Sul, comprei alguns tecidos para costurar no Brasil. Comecei a fazer uma bolsa, a m&amp;#227;o, mas que n&amp;#227;o resistiria aos pesos do dia-a-dia. Pedi ent&amp;#227;o que a av&amp;#243; dele passasse a protobolsa na m&amp;#225;quina de costura e ela foi com toda a boa vontade das av&amp;#243;s (tenho a teoria de que ser av&amp;#243; &amp;#233; o est&amp;#225;gio m&amp;#225;ximo que uma m&amp;#227;e pode chegar; &amp;#233; t&amp;#227;o raro encontrar av&amp;#243;s-nega&amp;#231;&amp;#227;o).&lt;br /&gt;
Em seguida, ela foi fazer um bolo. Fiquei ao lado, dando alguma assist&amp;#234;ncia aparente, embora eu saiba que ela s&amp;#243; me pedia para encher a x&amp;#237;cara com a&amp;#231;&amp;#250;car para eu n&amp;#227;o me sentir in&amp;#250;til. Comecei a observar a calma e a confian&amp;#231;a que ela tinha naquela receita. E lembrei-me de toda e qualquer tentativa culin&amp;#225;ria minha. O desespero em quebrar ovos, pegar isso, aquilo, aaah, pr&amp;#233;-aquece o forno, fermento, CAD&amp;#202; O FERMENTO?!, pega o a&amp;#231;&amp;#250;car, OK, SEM FERMENTO TUDO TER&amp;#193; SIDO EM V&amp;#195;O, p&amp;#245;e o leite, ACHEI!. &lt;br /&gt;
Veio-me &amp;#224; mente algum document&amp;#225;rio sobre animais, cuja dublagem desanima qualquer humano. Um sobre porco-espinhos e seus acasalamentos de risco. Dados estat&amp;#237;sticos de mortes entre os ouri&amp;#231;os mais jovens. Na hora do acasalamento, a f&amp;#234;mea se assusta, se arma, fura o macho. As mais velhas, acostumadas, n&amp;#227;o t&amp;#234;m esse comportamento de vi&amp;#250;va-negra (vide outro document&amp;#225;rio sobre animais).&lt;br /&gt;
Quero envelhecer alguns anos quando entrar na cozinha para tentar alguma nova receita, quero a calma de porcos-espinhos maduros para parar de colocar em risco a vida (intestinal, sobretudo) dos que comem o que cozinho.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/02/07/ouricada?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fui &#224; casa do meu namorado hoje. Ele teve que sair para cortar o cabelo e eu fiquei l&#225;, com a av&#243; dele. <br />
Na minha viagem &#224; &#193;frica do Sul, comprei alguns tecidos para costurar no Brasil. Comecei a fazer uma bolsa, a m&#227;o, mas que n&#227;o resistiria aos pesos do dia-a-dia. Pedi ent&#227;o que a av&#243; dele passasse a protobolsa na m&#225;quina de costura e ela foi com toda a boa vontade das av&#243;s (tenho a teoria de que ser av&#243; &#233; o est&#225;gio m&#225;ximo que uma m&#227;e pode chegar; &#233; t&#227;o raro encontrar av&#243;s-nega&#231;&#227;o).<br />
Em seguida, ela foi fazer um bolo. Fiquei ao lado, dando alguma assist&#234;ncia aparente, embora eu saiba que ela s&#243; me pedia para encher a x&#237;cara com a&#231;&#250;car para eu n&#227;o me sentir in&#250;til. Comecei a observar a calma e a confian&#231;a que ela tinha naquela receita. E lembrei-me de toda e qualquer tentativa culin&#225;ria minha. O desespero em quebrar ovos, pegar isso, aquilo, aaah, pr&#233;-aquece o forno, fermento, CAD&#202; O FERMENTO?!, pega o a&#231;&#250;car, OK, SEM FERMENTO TUDO TER&#193; SIDO EM V&#195;O, p&#245;e o leite, ACHEI!. <br />
Veio-me &#224; mente algum document&#225;rio sobre animais, cuja dublagem desanima qualquer humano. Um sobre porco-espinhos e seus acasalamentos de risco. Dados estat&#237;sticos de mortes entre os ouri&#231;os mais jovens. Na hora do acasalamento, a f&#234;mea se assusta, se arma, fura o macho. As mais velhas, acostumadas, n&#227;o t&#234;m esse comportamento de vi&#250;va-negra (vide outro document&#225;rio sobre animais).<br />
Quero envelhecer alguns anos quando entrar na cozinha para tentar alguma nova receita, quero a calma de porcos-espinhos maduros para parar de colocar em risco a vida (intestinal, sobretudo) dos que comem o que cozinho.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/02/07/ouricada?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2009/02/07/ouricada?blog=6#comments</comments>
		</item>
				<item>
			<title></title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/11/21/title-8?blog=6</link>
			<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 00:56:19 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">148@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;&amp;#201; mais uma noite chata, ocupada e que traz uma imensa vontade de reclamar.&lt;br /&gt;
Faz tempo que estou para voltar a postar, ou pelo menos dizer que t&amp;#244; por a&amp;#237;, pensando e tentando viver.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&amp;#201; uma noite t&amp;#237;pica, em que vem uma solid&amp;#227;o e um vazio existencial que parecem sem precedentes (mas que sempre j&amp;#225; foram precedidos por v&amp;#225;rios outros). &amp;#201; que tem um livro pronto para me fazer companhia, suas trezentas e setenta e cinco p&amp;#225;ginas (n&amp;#227;o estou sendo hiperb&amp;#243;lica) me esperando.&lt;br /&gt;
D&amp;#225; vontade de contar tudo aqui, para que algu&amp;#233;m leia e por micromil&amp;#233;simos de segundo reflita sobre a minha condi&amp;#231;&amp;#227;o. Mas isso n&amp;#227;o bastaria. Eu queria mud&amp;#225;-la, apenas, mas n&amp;#227;o sei como. &amp;#201; isso que &amp;#233; ruim. &amp;#201; a insolubilidade da vida, a dificuldade de equacion&amp;#225;-la. Ser adulto fede, voc&amp;#234;s deveriam saber. &lt;br /&gt;
Eu t&amp;#244; com preguicinha at&amp;#233; de xingar e usar palavras chulas para explicar que a vida est&amp;#225; uma &lt;strong&gt;bosta&lt;/strong&gt;. Pronto. Se n&amp;#227;o tivesse uma men&amp;#231;&amp;#227;o escatol&amp;#243;gica, o post n&amp;#227;o teria raz&amp;#227;o pra existir.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/11/21/title-8?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#201; mais uma noite chata, ocupada e que traz uma imensa vontade de reclamar.<br />
Faz tempo que estou para voltar a postar, ou pelo menos dizer que t&#244; por a&#237;, pensando e tentando viver.</p>

<p>&#201; uma noite t&#237;pica, em que vem uma solid&#227;o e um vazio existencial que parecem sem precedentes (mas que sempre j&#225; foram precedidos por v&#225;rios outros). &#201; que tem um livro pronto para me fazer companhia, suas trezentas e setenta e cinco p&#225;ginas (n&#227;o estou sendo hiperb&#243;lica) me esperando.<br />
D&#225; vontade de contar tudo aqui, para que algu&#233;m leia e por micromil&#233;simos de segundo reflita sobre a minha condi&#231;&#227;o. Mas isso n&#227;o bastaria. Eu queria mud&#225;-la, apenas, mas n&#227;o sei como. &#201; isso que &#233; ruim. &#201; a insolubilidade da vida, a dificuldade de equacion&#225;-la. Ser adulto fede, voc&#234;s deveriam saber. <br />
Eu t&#244; com preguicinha at&#233; de xingar e usar palavras chulas para explicar que a vida est&#225; uma <strong>bosta</strong>. Pronto. Se n&#227;o tivesse uma men&#231;&#227;o escatol&#243;gica, o post n&#227;o teria raz&#227;o pra existir.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/11/21/title-8?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/11/21/title-8?blog=6#comments</comments>
		</item>
				<item>
			<title>mim para mim</title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/09/02/title-6?blog=6</link>
			<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 22:56:52 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">130@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Sa&amp;#237;a do MAM, Museu de Arte Moderna, quando me deparei com uma estrutura de madeira, sendo organizada por um senhor, de olhos saltados, alto, cabelos curtos. Acho estranho o fato de o Museu de Arte Moderna abrigar, na realidade, exposi&amp;#231;&amp;#245;es de arte contempor&amp;#226;nea. Inclusive aquelas que n&amp;#227;o muito me agradam por pura ignor&amp;#226;ncia de minha parte. &lt;br /&gt;
Aproximei-me do homem e perguntei-lhe:&lt;br /&gt;
- Me explica?&lt;br /&gt;
- Explico.&lt;br /&gt;
Sil&amp;#234;ncio.&lt;br /&gt;
- O qu&amp;#234;?&lt;br /&gt;
- Isso. - e apontei pra cabana em que est&amp;#225;vamos.&lt;br /&gt;
Ele disse tratar-se de uma atividade para as crian&amp;#231;as que v&amp;#227;o visitar o museu. Sentam-se ali e desenvolvem algo, pinturas, parece.&lt;br /&gt;
- T&amp;#225; certo, senhorita?&lt;br /&gt;
- Sim, obrigada. - e sa&amp;#237; andando.&lt;br /&gt;
Poucos segundos passaram-se quando voltou o di&amp;#225;logo &amp;#224; minha cabe&amp;#231;a. Parei, no entanto, na primeira fala. &amp;#8220;Me explica?&quot;. A ambig&amp;#252;idade. O erro gramatical; aquele neg&amp;#243;cio de pr&amp;#243;clise e &amp;#234;nclise. A vontade de que ele explicasse a B&amp;#225;rbara. Por inteiro.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/09/02/title-6?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sa&#237;a do MAM, Museu de Arte Moderna, quando me deparei com uma estrutura de madeira, sendo organizada por um senhor, de olhos saltados, alto, cabelos curtos. Acho estranho o fato de o Museu de Arte Moderna abrigar, na realidade, exposi&#231;&#245;es de arte contempor&#226;nea. Inclusive aquelas que n&#227;o muito me agradam por pura ignor&#226;ncia de minha parte. <br />
Aproximei-me do homem e perguntei-lhe:<br />
- Me explica?<br />
- Explico.<br />
Sil&#234;ncio.<br />
- O qu&#234;?<br />
- Isso. - e apontei pra cabana em que est&#225;vamos.<br />
Ele disse tratar-se de uma atividade para as crian&#231;as que v&#227;o visitar o museu. Sentam-se ali e desenvolvem algo, pinturas, parece.<br />
- T&#225; certo, senhorita?<br />
- Sim, obrigada. - e sa&#237; andando.<br />
Poucos segundos passaram-se quando voltou o di&#225;logo &#224; minha cabe&#231;a. Parei, no entanto, na primeira fala. &#8220;Me explica?". A ambig&#252;idade. O erro gramatical; aquele neg&#243;cio de pr&#243;clise e &#234;nclise. A vontade de que ele explicasse a B&#225;rbara. Por inteiro.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/09/02/title-6?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/09/02/title-6?blog=6#comments</comments>
		</item>
				<item>
			<title>o &#243;rf&#227;o que esperou pra nascer</title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/08/06/o-orfao-que-esperou-pra-nascer?blog=6</link>
			<pubDate>Wed, 06 Aug 2008 14:00:54 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">118@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;[Foi Clarice quem me fez pensar em postar isso; vide &amp;#8220;A galinha&quot;, em &lt;em&gt;La&amp;#231;os de Fam&amp;#237;lia&lt;/em&gt;]&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Estava na universidade em um dia de f&amp;#233;rias, mostrando-a a minha amiga, provando-me empiricamente que os pr&amp;#233;dios da minha faculdade s&amp;#227;o os mais feios, sujos. Meu namorado foi encontrar-nos na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo para irmos ao ponto de &amp;#244;nibus, quando parei. Vi no ch&amp;#227;o um ovo. Ca&amp;#237;do. Olhei pra cima, procurei um ninho. O ovo estava praticamente intacto, pude constatar apenas visualmente. Colocar a m&amp;#227;o nele poderia ser a morte de um poss&amp;#237;vel ser que se encontrasse ali dentro. Veio-me a d&amp;#250;vida; quis saber se algo dali sairia. Se a vida venceria a queda. E tive medo de que, nascendo, fosse rejeitado pela sua esp&amp;#233;cie, esse ovo desagregado pelos infort&amp;#250;nios da vida. Quis saber pelo que torcer, o que desejar. N&amp;#227;o soube. N&amp;#227;o sei.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nascer, ver o mundo ao seu redor e morrer por incapacidade de vencer? N&amp;#227;o nascer, poupar-se do sofrimento, mas jamais ter contato com uma realidade diferente?&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/08/06/o-orfao-que-esperou-pra-nascer?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>[Foi Clarice quem me fez pensar em postar isso; vide &#8220;A galinha", em <em>La&#231;os de Fam&#237;lia</em>]</p>

<p>Estava na universidade em um dia de f&#233;rias, mostrando-a a minha amiga, provando-me empiricamente que os pr&#233;dios da minha faculdade s&#227;o os mais feios, sujos. Meu namorado foi encontrar-nos na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo para irmos ao ponto de &#244;nibus, quando parei. Vi no ch&#227;o um ovo. Ca&#237;do. Olhei pra cima, procurei um ninho. O ovo estava praticamente intacto, pude constatar apenas visualmente. Colocar a m&#227;o nele poderia ser a morte de um poss&#237;vel ser que se encontrasse ali dentro. Veio-me a d&#250;vida; quis saber se algo dali sairia. Se a vida venceria a queda. E tive medo de que, nascendo, fosse rejeitado pela sua esp&#233;cie, esse ovo desagregado pelos infort&#250;nios da vida. Quis saber pelo que torcer, o que desejar. N&#227;o soube. N&#227;o sei.</p>

<p>Nascer, ver o mundo ao seu redor e morrer por incapacidade de vencer? N&#227;o nascer, poupar-se do sofrimento, mas jamais ter contato com uma realidade diferente?</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/08/06/o-orfao-que-esperou-pra-nascer?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
								<comments>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/08/06/o-orfao-que-esperou-pra-nascer?blog=6#comments</comments>
		</item>
				<item>
			<title></title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/30/title-5?blog=6</link>
			<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 23:09:28 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">113@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Eu costumava pensar que deus era uma energia feminina e da&amp;#237; vinha o ato da Cria&amp;#231;&amp;#227;o. Pensava assim amparada no nascimento, no dar &amp;#224; luz criaturas.&lt;br /&gt;
At&amp;#233; o dia em que tive minha primeira grande c&amp;#243;lica e percebi que deus n&amp;#227;o faz id&amp;#233;ia do que &amp;#233; ter um &amp;#250;tero.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/30/title-5?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu costumava pensar que deus era uma energia feminina e da&#237; vinha o ato da Cria&#231;&#227;o. Pensava assim amparada no nascimento, no dar &#224; luz criaturas.<br />
At&#233; o dia em que tive minha primeira grande c&#243;lica e percebi que deus n&#227;o faz id&#233;ia do que &#233; ter um &#250;tero.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/30/title-5?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
				<item>
			<title>sobre como gosto de sonhar</title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/29/sobre-como-gosto-de-sonhar?blog=6</link>
			<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 01:14:50 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>
<category domain="alt">Sonhos</category>			<guid isPermaLink="false">112@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;- Aquele ali &amp;#233; o N&amp;#243;brega, meu professor de qu&amp;#237;mica. T&amp;#225;, ele nem &amp;#233; mais meu professor, eu j&amp;#225; sa&amp;#237; da escola. E ele morreu. T&amp;#225; vendo, ali pelo vidro? &amp;#201; ele. Vai sair daqui a pouco pra dar aula, vai passar por n&amp;#243;s e voc&amp;#234; o ver&amp;#225;. Ele morreu. N&amp;#227;o conseguirei conversar com ele, porque ele vai dar aula e morreu.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E quando acordei, era s&amp;#243; saudade.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/29/sobre-como-gosto-de-sonhar?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Aquele ali &#233; o N&#243;brega, meu professor de qu&#237;mica. T&#225;, ele nem &#233; mais meu professor, eu j&#225; sa&#237; da escola. E ele morreu. T&#225; vendo, ali pelo vidro? &#201; ele. Vai sair daqui a pouco pra dar aula, vai passar por n&#243;s e voc&#234; o ver&#225;. Ele morreu. N&#227;o conseguirei conversar com ele, porque ele vai dar aula e morreu.</p>

<p>E quando acordei, era s&#243; saudade.</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/29/sobre-como-gosto-de-sonhar?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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		</item>
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			<title></title>
			<link>http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/09/title-3?blog=6</link>
			<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 22:45:49 +0000</pubDate>			<dc:creator>Babi</dc:creator>
			<category domain="main">Barbaridades</category>			<guid isPermaLink="false">72@http://diarioindiario.com/diario/</guid>
						<description>&lt;p&gt;Poucas coisas s&amp;#227;o mais frustrantes do que &amp;#8220;&amp;#201; a polui&amp;#231;&amp;#227;o&quot;, antecedida por &amp;#8220;Olha que cor desse p&amp;#244;r-do-sol!&quot;.&lt;br /&gt;
Acho bonito o p&amp;#244;r-do-sol num c&amp;#233;u roxo avermelhado e tenho que lidar com conflitos &amp;#233;ticos e est&amp;#233;ticos quando algu&amp;#233;m diz que &amp;#233; polui&amp;#231;&amp;#227;o. Eu deveria abandonar meu senso est&amp;#233;tico puramente visual em detrimento &amp;#224; minha consci&amp;#234;ncia &amp;#233;tica de que o c&amp;#233;u do p&amp;#244;r-do-sol inibe o desenvolvimento do sistema respirat&amp;#243;rio de in&amp;#250;meras crian&amp;#231;as dessa cidade?&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;item_footer&quot;&gt;&lt;p&gt;&lt;small&gt;&lt;a href=&quot;http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/09/title-3?blog=6&quot;&gt;Original post&lt;/a&gt; blogged on &lt;a href=&quot;http://b2evolution.net/&quot;&gt;b2evolution&lt;/a&gt;.&lt;/small&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Poucas coisas s&#227;o mais frustrantes do que &#8220;&#201; a polui&#231;&#227;o", antecedida por &#8220;Olha que cor desse p&#244;r-do-sol!".<br />
Acho bonito o p&#244;r-do-sol num c&#233;u roxo avermelhado e tenho que lidar com conflitos &#233;ticos e est&#233;ticos quando algu&#233;m diz que &#233; polui&#231;&#227;o. Eu deveria abandonar meu senso est&#233;tico puramente visual em detrimento &#224; minha consci&#234;ncia &#233;tica de que o c&#233;u do p&#244;r-do-sol inibe o desenvolvimento do sistema respirat&#243;rio de in&#250;meras crian&#231;as dessa cidade?</p><div class="item_footer"><p><small><a href="http://diarioindiario.com/diario/index.php/2008/07/09/title-3?blog=6">Original post</a> blogged on <a href="http://b2evolution.net/">b2evolution</a>.</small></p></div>]]></content:encoded>
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